17.11.07

AS PROFECIAS MAYAS

Acreditamos que, no início deste Terceiro Milênio, cheios de acontecimentos cruciais, guerras, fome, inundações, terremotos, etc., muitos de nós anseiam por respostas confiáveis e um caminho seguro para os tempos em que vivemos.
Para surpresa da ciência moderna, descobriu-se que os problemas pessoais, mundiais e planetário, que ora nos afligem, estavam previstos pela antiga civilização maya, que nos deixou uma mensagem de alerta e de esperança, escrita em hieróglifos em seus monumentos, decodificados a partir de meados do século XX.
Os hieróglifos dão provas de que os mayas alcançaram altíssimos níveis de sabedoria e estados mais amplos da consciência. Há cerca de 1.200 anos, ou mais, sua avançada astronomia estava a frente de outros povos, inclusive europeus, pelo conhecimento do Universo e a visão abrangente sobre os ciclos galácticos.
Sabiam que a Terra leva 365 dias para completar sua órbita solar, enquanto o Sol para completar a sua, requeria um ano galáctico de 26.000 tun, [eqüivalente aos nossos 25.625 anos], que subdividiam em cinco ciclos de 5.200 tun [5.125 anos]. Que o Sol gira ao redor de Alcyon, o Sol Central das Plêiades, e ambos giram em torno do Coração da Galáxia, numa órbita de 200 milhões de anos!
Afirmavam que o Sol, a Terra e toda a humanidade, são influenciados pelo pulsar de uma radiação cíclica, que parte do Coração da Galáxia a cada 5.125 anos, transformando o comportamento e visão de mundo da vida inteligente no Universo.
Assinalaram estarmos vivendo o quinto ciclo [iniciado em 3.113 a.C.], com término em 2.012. Que entre 1.999 e 2.012, a Terra atravessaria a faixa de radiação galáctica, desencadeando eventos próprios de um Final dos Tempos: o término de uma Noite Cósmica e o início de novo Dia Cósmico - daí sua extrema importância!
Registraram que, nos últimos treze anos [entre 1999 e 2012], ocorreria o “tempo do não-tempo”, em que os dias parecem correr mais rápido. Advertiram que este ciclo de 5125 anos, com término no final 2012, ou seja, em 22-12-2012, começaria com um eclipse total do Sol, seguido do alinhamento de seus planetas, que comporiam um sinal nos céus, na forma de cruz. E essa Cruz Cósmica, tendo a Terra como centro, de fato ocorreu entre 11 a 18-8-99!
“Cada pessoa tem o poder de conectar direto - sensorial, sensual e eletromagneticamente - a energia e a informação dessa radiação que emana do centro da galáxia, e assim despertar para a mente real, a mente superior, mais profunda”, comenta Brian Swimme, físico matemático, no Prefácio da obra O Fator Maia, p.10, de José Argüelles, Ed. Cultrix, 1995.
Coincidentemente, o fluxo de radiação galáctica anterior, ocorrido em 3.113 a.C. [chamado “ciclo da semeadura estelar”], marcou o reinado do faraó Menés, que intensificou o culto ao deus solar RA e unificou o Alto e o Baixo Egito.
[O fluxo galáctico, lembra as pulsações do coração, que renova a energia vital - “Assim como é em cima, é embaixo” - diz o axioma de Hermes Trismegistos].
Os mayas viam um propósito inteligente, sagrado, detrás dos eventos cósmicos. Utilizavam os hemisférios cerebrais, racional e intuitivo, aplicando-os na ciência e na vida religiosa: “A Terra, o Sol e o Universo, tudo traz em si a vida e é inteligente”.
Conheciam também, além dos ciclos cósmicos, os ciclos chamado de caput-sigil, “voltar a experimentar a vida” [reencarnação]. Sua arquitetura sagrada, expressa no preciso alinhamento solar da Pirâmide de Kukulkán, cujas 4 faces sinalizam até hoje, com sua sombra, a conexão cósmica das estações propícias para a agricultura.
A civilização maya, como à egípcia, conhecia a cruz como símbolo sagrado, universal, pois está presente no desenho das fundações da pirâmide de Kukulkán. E sabiam da importância do alinhamento em cruz nos céus: a cruz cósmica advertia a humanidade que estaria chegando a uma encruzilhada decisiva!
Na obra Dicionário Mítico-Etimológico, de Junito Brandão, dá-nos uma chave ao dizer que, nos mitos gregos, o termo encruzilhada “contém em si uma decisão a se tomar num trívio”, para um dos níveis escolhidos, o telúrico, o infernal ou o celeste.
Em razão do exposto, depreende-se de tudo isso que essa cruz cósmica sinaliza mais do que um símbolo sagrado. Indica à humanidade a hora da decisão crucial a ser tomada. Prosseguir na via de sofrimento e destruição no braço horizontal, ou mudar o rumo para o braço vertical: o Caminho que nos pode levar para o nível mais alto da conscientização humana. “Cada um tome sua cruz, e siga-me”. É assim que, por escolhas e atos, traçamos nosso próprio destino.
O conteúdo dessas profecias mayas, foi divulgado no México, há cerca de quatro anos, na série de programas “As Sete Profecias Mayas”, apresentada por Fernando Malkun. A Primeira Profecia, fala desses eventos cósmicos e convida-nos a fazer um juízo sobre nós mesmos e o modo em que vivemos. Se é insatisfação ou sofrimento, pode-se transformá-los em bênção, conscientizando-nos e mudando o rumo da vida.
A Segunda Profecia Maya, fala de sua visão sobre a vida e as mudanças de comportamento que a humanidade precisa efetuar neste final de ciclo. E em razão da atualidade de seu conteúdo, será transcrita à parte como Mensagem dos Mayas. Ela inclui o incrível Oráculo Sagrado Maya dos vinte signos ou glifos solares.

Notabene: Optamos por “maya” com “y”, para não perder a conexão do sentido universal. Maya, em sânscrito, significa: “ilusão, mundo da ilusão, origem do mundo, mago, mãe”. Maya, é nome da mãe de Buda, da mãe de Jesus e da mãe de Hermes. Na mitologia greco-romana, Maya é a Deusa da Primavera, cultuada em “mayo”, que a Igreja romana transformou no culto e mês de Maria!
No antigo Egito, ‘mayet’ designava “a ordem universal do mundo”, e Maya, o nome do guardião do tesouro de Tutancâmon. No Mahabharata, nomeia notável arquiteto, mago, astrólogo e astrônomo. Maya é a brilhante estrela das Plêiades: a constelação mais reverenciada pelas antigas culturas do mundo - e para os hopis e mayas, lugar dos seus ancestrais! Eis algumas chaves do enigma - Maya.
O Upanishad, IV, 4.5, diz: “Somos nossos desejos mais profundos. Assim como nossos desejos, assim é nossa vontade e nossos atos. Assim, nossos atos determinam nosso destino”. E isso lembra as profecias mayas: Se mudarmos os atos egoístas, inconscientes, para o agir consciente, solidário e amoroso para com o Outro, mudaremos o rumo do nosso destino e do planeta! Precisamos alcançar a amplitude de consciência de que somos parte do Corpo Galáctico, pequenas células que interagem e interdependem umas das outras, como toda a infinita diversidade da vida no Universo.
Esperamos que a Mensagem dos Mayas possa colaborar no processo coletivo de tomada de consciência, ampliar a visão, abrir mente e coração, para o fato de que, em nosso ser profundo, cósmico, somos parte de tudo e uns dos outros: “In lake’ch” - “Eu sou um outro você”.

MENSAGEM DOS MAYAS - OS DONOS DO TEMPOS

[Extraído do texto de Fernando Malkun]
“A SEGUNDA PROFECIA ANUNCIOU QUE O COMPORTAMENTO DE TODA A HUMANIDADE MUDARIA RAPIDAMENTE A PARTIR DO ECLIPSE SOLAR DE 11 DE AGOSTO DE 1999.
Naquele dia, vimos como uma anel de fogo se recortava contra o céu. Foi um eclipse sem precedentes na história, pelo alinhamento em cruz cósmica, com centro na Terra e quase todos os planetas do sistema solar.
ELES SE POSICIONARAM NOS QUATRO SIGNOS DO ZODIÁCO [Aquarius, Touro, Escorpião e Leão], os signos dos quatro guardiães do trono, que protagonizam o Apocalipse, segundo São João.
Além disso, a sombra que a Lua projetou sobre a Terra, atravessou a Europa, passando pelo Oriente Médio, pelo Irã, Iraque e dirigiu-se para o Paquistão, a Índia [e o Afeganistão! A sombra lunar parecia prever uma área de guerra e conflitos… [E ali ocorrendo, desde 1999 a 2003].
OS MAYAS AFIRMAVAM QUE, A PARTIR DESSE ECLIPSE O HOMEM PERDERIA FACILMENTE O CONTROLE DE SUAS EMOÇÕES, ou alcançaria a paz interior e a tolerância, evitando os conflitos.
Estamos vivendo em uma época de mudanças, que é a ante-sala de uma Nova Era.
A NOITE FICA MAIS ESCURA ANTES DO AMANHECER.
O FIM DOS TEMPOS É UMA ÉPOCA DE CONFLITOS E DE GRANDES APRENDIZAGENS, de guerras, devastação, de loucura coletiva, que vai gerar, por sua vez, processos de destruição, de sofrimento e evolução.
A Segunda Profecia indica que A ENERGIA QUE SE RECEBE DO CENTRO DA GALÁXIA AUMENTARÁ E ACELERARÁ A VIBRAÇÃO EM TODO O UNIVERSO, para conduzi-lo a uma maior perfeição. Isso produzirá mudanças físicas no Sol, na Terra, e mudanças PSICOLÓGICAS NO SER HUMANO, alterando o seu comportamento e sua forma de pensar e sentir. Serão transformadas as relações e os modos de comunicação, os sistemas econômicos, sociais, de ordem e justiça.
SERÃO MUDADAS AS CONVICÇÕES RELIGIOSAS E OS VALORES QUE ACEITAMOS HOJE.
O ser humano irá defrontar-se com seus medos e angústias para solucioná-los, e desse modo poderá sincronizar-se com os ritmos do planeta e do Universo. A humanidade irá concentrar-se no seu lado negativo, e poderá ver claramente as coisas ruins que está fazendo. Esse é o primeiro passo [de autoconscientização] para mudar de atitude e conseguir a unidade que permite o surgimento da consciência coletiva.
SERÃO INCREMENTADOS OS ACONTECIMENTOS QUE NOS SEPARAM, MAS TAMBÉM OS QUE NOS UNEM; a instabilidade emocional, o medo, a agressão, o ódio; as famílias em dissolução, os enfrentamentos por ideologia, religião, modelos de moralidade ou nacionalismo.
Simultaneamente mais pessoas encontrarão a paz, aprenderão a controlar suas emoções. Haverá mais respeito, serão mais tolerantes e compreensivas, e encontrarão o amor e a unidade.
Surgirão homens com altíssimo nível de energia interna, pessoas com sensibilidade e poderes intuitivos para a salvação. Mas também aparecerão farsantes, que só pretendem obter lucro econômico às custas do desespero alheio.
Os Mayas previram que em 1999, começaria a “ERA DO TEMPO DO NÃO-TEMPO”. Uma etapa de mudanças rápidas, necessárias para renovar os processos geológicos, sociais e humanos.
AO FINAL DO CICLO, CADA UM SERÁ SEU PRÓPRIO JUIZ. Quando o ser humano ingressar em “O GRANDE SALÃO DOS ESPELHOS”, PARA EXAMINAR TUDO O QUE FEZ NA VIDA. Ele será classificado pelas qualidades que tenha conseguido desenvolver na vida. Sua maneira de agir, dia após dia, seu comportamento com seus semelhantes e seu respeito pelo planeta.
Todos irão se posicionar segundo o que sejam. OS QUE CONSERVAM A HARMONIA, ENTENDERÃO O QUE
ACONTECE, COMO UM PROCESSO DE EVOLUÇÃO DO UNIVERSO.
Por outro lado, haverá outros que, por ambição, medo ou frustração, culparão os outros ou Deus, pelo que acontecerá. Serão geradas situações de destruição, morte e sofrimento. Mas elas também darão lugar a circunstâncias de solidariedade e respeito pelo semelhante, de unidade com o planeta e o cosmos. ISTO SIGNIFICA QUE O CÉU E O INFERNO ESTARÃO SE MANIFESTANDO AO MESMO TEMPO, E CADA SER HUMANO VIVERÁ EM UM OU EM OUTRO.
NO CÉU, COM SABEDORIA PARA TRANSCENDER VOLUNTARIAMENTE O QUE ACONTECE. NO INFERNO, COM A IGNORÃNCIA, PARA APRENDER COM O SOFRIMENTO.”

O Tempo do Não-Tempo - [2A. Profecia]

“DUAS FORÇAS INSEPARÁVEIS: Uma que entende que no Universo tudo evolui no sentido da perfeição, que tudo muda. Outra, envolta em um plano material, que só alimenta o egoísmo.
Na época da mudança dos tempos, todas as opções estarão disponíveis praticamente sem censura de nenhum tipo. Seus valores morais serão mais frouxos do que nunca, para que cada um se manifeste tal como é.
A SEGUNDA PROFECIA AFIRMA QUE, SE A MAIORIA DOS SERES HUMANOS MUDA SEU COMPORTAMENTO, E SE SINCRONIZA COM O PLANETA, serão neutralizadas as mudanças drásticas que são descritas nas profecias seguintes.
DEVEMOS ESTAR CONSCIENTES DE QUE O SER HUMANO SEMPRE DECIDE SEU PRÓPRIO DESTINO - especialmente nesta época.
AS PROFECIAS SÃO APENAS ADVERTÊNCIAS PARA QUE TOMEMOS CONSCIÊNCIA DA NECESSIDADE DE MUDAR DE RUMO, para evitar que [as profecias] se transformem em realidade.
A PRIMEIRA PROFECIA DIZ QUE A CADA 5.125 ANOS, O SOL CENTRAL DA GALÁXIA ENVIA UM RAIO DE LUZ COM UMA IMENSA QUANTIDADE DE ENERGIA PARA O UNIVERSO.
Isto acontece para sincronizar com a sua pulsação tudo o que existe, todos os sóis, os planetas e todos os seres vivos, para conduzi-los assim a uma maior harmonia.
O FINAL DO CICLO TRARÁ MUDANÇAS sem precedentes na Terra e na Humanidade.
As mudanças no Sol, trarão mudanças convenientes a Terra, e isso transformará por sua vez as atitudes, as emoções e os pensamentos do ser humano, que irá se unir e avançar como um único ser na evolução da matéria e da consciência.
Na atualidade, os cientistas sustentam que o Sol está mudando o seu comportamento, que está mais ativo do que nunca, com níveis máximos de dinamismo em relação as suas médias históricas.
FOI COMPROVADO QUE EXISTEM MUDANÇAS FÍSICAS DINÃMICAS NA TERRA. Diminuiu a intensidade do campo de força eletromagnético, ou seja, o escudo que nos protege dos excessos de energia que recebemos do Sol.
A freqüência de vibração, também chamada de RESSONÃNCIA SCHUMAN, aumentou dramaticamente. Ela mede a quantidade de ondas eletromagnéticas, ou seja, a carga elétrica armazenada na IONOSFERA. Sua medida de 7,8 ciclos por segundo, era considerada constante. Tanto é verdade que todas as comunicações militares estavam baseadas nessa cifra. No entanto, a partir de 1992, ela começou a subir, e hoje [1999] ela está em 11.5 ciclos por segundo. Os cientistas consideram esse aumento como indicador de variações de temperatura e de clima.
Nosso planeta está constituído por matéria cristalina como quartzo, que vibram ou pulsam em certo ritmo ou ciclos de batimentos p/segundo. A ionosfera reflete os batimentos e é afetada pelo aumento da radiação do Sol.
Essas mudanças afetam o comportamento da matéria em geral, ao aumentar a vibração da Terra, ou seja seus batimentos. Nossas células que também vibram permanentemente procuram sincronizar-se com o novo ritmo de vibração e procuram um equilíbrio com o planeta, produzindo enormes mudanças em nosso comportamento.
ACELERAM O SER HUMANO e produzem estados emocionas cada vez mais intensos, alterando sua percepção e seu pensamento. Sentimos que o tempo passa com maior rapidez, que os acontecimentos se aceleram, devido ao fato de nosso corpo estar sintonizado com as pulsações mais rápidas da Terra. O DIA DE 24 HORAS, PARECE DURAR APENAS 18 HORAS.
Sentimos que o mês passa rapidamente . Pensamos que o ano começou há pouco tempo, e percebemos que muitos meses já se passaram. Temos mais dificuldades em memorizar informações simples, datas de aniversário, e outros eventos. Tudo isso se deve a diminuição da intensidade do campo eletromagnético.
Muitas coisas que antes nos importavam, de repente perdem seu significado. Desejamos uma mudança drástica em nossa sociedade, sem importar com as conseqüências. Queremos que as coisas mudem, mudem nossos valores e convicções.
Encontramos o valor interno para tomar decisões difíceis, que antes nos imobilizavam. Processos de vida que perseguimos durante anos se desestabilizam e mudam. Procuramos nosso verdadeiro ser, o que realmente nos importa para a nossa felicidade. Enfrentamos nossos medos e angústias.
COMEÇAMOS A NOS VER DE UMA MANEIRA DIFERENTE. Profissões que não nos faziam felizes e que só mantínhamos por dinheiro ou compromissos, são deixados de lado.”
“As relações instáveis são forçadas a mudar, para terminar com o sofrimento que geram… E quando não mudam, acabam definitivamente. Às vezes nós nos sentimos como fora da realidade. Nós nos distanciamos do que acontece ao nosso redor.
Temos mais dificuldade de conciliar o sono. Quando conseguimos dormir, temos sonhos reveladores, muito intensos. No dia seguinte, despertamos tensos e fisicamente exaustos, como se não tivéssemos descansado.
Tudo isso são exemplos das fortes mudanças que estão ocorrendo em nosso comportamento, nas organizações sociais e políticas, na economia e no clima da Terra.
A SEGUNDA PROFECIA MAYA PREVIU QUE ESSAS MUDANÇAS DE COMPORTAMENTO, teriam lugar no final do ciclo em que vivemos. Anunciou que aumentariam a partir do eclipse solar e do simultâneo alinhamento planetário de 11 de agosto de 1999.
OS MAYAS DEIXARAM ASSENTADO QUE ESSAS MUDANÇAS ESGOTARIAM AS VIBRAÇÕES BAIXAS, PRODUZIDAS PELO MEDO E PELO SOFRIMENTO. E que, quando isso acontecesse, todo o Universo sincronizado iria se estabelecer numa vibração mais alta de luz e de harmonia.
Os mayas descobriram que a vida tem ciclos, degraus, que nos conduzem a uma maior evolução, a maior harmonia, a uma maior perfeição.
O momento de transição, a passagem entre algo que termina e algo que começa, pode ser fácil ou difícil. Depende de nossas próprias decisões.
Essa é a Mensagem dos mayas em suas Profecias.
OS MAYAS DESCOBRIRAM QUE A VIDA NO UNIVERSO É UM PROCESSO ETERNO DE CICLOS EVOLUTIVOS, que conduzem a possibilidades distintas de maior harmonia, de maior perfeição.
Isso é o que eles deixaram escrito em seus códigos, em seus livros sagrados, em seus baixos relevos de seus muros, construções e nas disposições simbólicas de seus edifícios [pirâmides e templos sagrados]. É o que eles nos dizem com as suas Profecias”.

Hunab-ku e os Ciclos do Espírito

OS CICLOS DO ESPÍRITO: 1º. Terra. 2º. Semente [Milho]. 3°. Cérebro reptil [Serpente].
4º. Cérebro mamífero [Macaco]. 5º. Cérebro humano [Homem/Mulher]. 6º. Mente Coletiva [Homens e mulheres, a Humanidade]. 7º. Mente Solar [Sol]. 8º. Mente Galáctica. 9º. HUNAB-KU.
1. Para os mayas o ciclo começa com a manifestação do Espírito, que sai de HUNAB-KU, seu único Deus, que está em todas as partes, e se densifica na matéria, na terra e na água.
2. Após vários ciclos, nos quais recebe a luz do Sol, esse Espírito evolui, sai de si mesmo, começa a se reproduzir, a se diversificar. E cresce sobre a terra, em toda a vegetação.
3. Com o tempo adquire autonomia e movimentos independentes aos do planeta, encarnando-se em um ser que se arrasta pelo solo, no meio da natureza. Depois sente emoção pela primeira vez, morre e volta a nascer.
4. Transforma-se em mamífero. Aprende a relacionar-se com os outros seres, que produzem nele sentimentos e emoções. Deixa de arrastar-se pelo chão e ergue-se sobre suas extremidades.
5. Nasce então a vida inteligente, a compreensão dos ciclos, da vida e da morte. A razão e o pensamento. A possibilidade de entender a beleza da vida, a beleza dos ciclos.
6. Evolui. E através de seu próprio esforço consciente, encontra sua Mente superior. Conseguindo ver através da escuridão, entende o significado da vida. Une a razão com a intuição e se conecta com a consciência superior coletiva. Une-se com todos, desde a sua individualidade. Isso dá lugar a relações harmoniosas, e ao fim do sofrimento.
7. Unido à Mente do Planeta, consegue contato com outras mentes da Galáxia. Pode ver todas as vidas que já viveu. Passa pelas mudanças do tempo. E a sua Mente se transforma no Sol.
8. Por último, transforma-se em uma MENTE GALÁCTICA, que pode gerar novamente um ciclo completo, mas um degrau mais acima, mais perfeito, mais perto de HUNAB-KU.
9. ERA ASSIM QUE OS MAYAS VIAM O UNIVERSO, COMO UM PROCESSO EM DIREÇÃO A PERFEIÇÃO. Por isso, entendiam que todas as civilizações têm ciclos, que começam e terminam. E esta é a mensagem dos mayas.”

Os Ciclos Repetitivos da Vida - [Mensagem dos Mayas]

“Suas profecias são uma advertência, para que, como indivíduos, tomemos consciência de como devemos nos transformar: utilizando as ferramentas que eles encontraram para evoluir, para mudar, evitando as catástrofes com as quais nos deveríamos defrontar.
O controle de sua mente, de sua energia vital, do tempo, dos números de seu Calendário, permitiu que eles evoluíssem e fizessem previsões do que aconteceria no tempo desse Universo. Descobriram que a vida se manifesta na Natureza, em ciclos causados fundamentalmente pelo palpitar da energia.
A ENERGIA, A LUZ E O CALOR, IRRADIADOS PELO SOL E PELA LUA, GERAM CICLOS, o crescimento, a evolução, a consciência, a vida de tudo o que existe no sistema solar.
A sincronia, o sentir-se parte integrante de um todo vivo, aumenta o nível interno de energia vital, abre a consciência, permitindo ver a realidade de maneira mais completa.
A MENTE FUNCIONA COM ALTÍSSIMOS NÍVEIS DE ENERGIA, e utiliza os dois hemisférios do cérebro simultaneamente, pondo-se em contato com outras mentes de maneiro telepática.
ASSIM, CONECTAM-SE EM UMA CADEIA, UMA REDE DE MENTES INDIVIDUAIS, que formam UMA MENTE ÚNICA,COLETIVA, uma unidade harmoniosa e em paz.
Dentro de uma conexão desse tipo, não pode haver sentimentos negativos, como ódio e materialismo. A maneira do nosso relacionamento muda. E a sociedade ingressa em uma nova era de paz e de harmonia.
Os mayas, assim como outras culturas, descobriram que o propósito mais importante do ser humano deve ser elevar o nível de sua energia vital. Eles a chamavam de PUAH. Trata-se da mesma energia que os hindus conhecem como PRANA, e os chineses como CHI [ou ki ].
É a energia que move o corpo, as emoções, o pensamento, levando a mente a vibrar mais alto, a sentir respeito por tudo o que existe, e encontrando a paz, a harmonia e a felicidade.
Ao ter níveis muito altos de energia vital, os mayas conseguiam na mente momentos de sensibilidade especial, estados de consciência não-normais, que permitiam a aparição de sentidos fora do comum, e desenvolver o poder para visualizar outros tempos, e elevar-se a outras dimensões, a outros lugares. E assim, geraram suas mensagens, abrindo a porta que conduz todo ser humano ao próximo degrau evolutivo.
Os mayas viam a vida como um eterno processo de aperfeiçoamento. Seu conceito de tempo, não era fatalista, nem centrado na morte, no medo do fim definitivo.
A morte, era apenas um momento de transição para outro estado, para outro curso de aprendizagem. Não representava o fim da vida. Para eles a vida era eterna, nunca terminava.
Viam a vida como um processo inesgotável e repetitivo; um ritmo onde tudo nascia, vivia, morria e voltava a nascer. Um processo no sentido de maneiras diferentes de evolução da matéria e da consciência.
Acreditavam na reencarnação. Para eles era o modo pelo qual a energia em forma de Espírito, avançava em um processo de aperfeiçoamento constante. Em cada vida se nascia para aprender algo novo, diferente.
Chamavam o processo de reencarnação de caput-sigil - voltar a experimentar a vida. Novas experiências que permitem ao Espírito maior compreensão da vida, obtendo cada vez mais sabedoria e perfeição.
Acreditavam que o ser humano era formado de três partes: Corpo Físico; Corpo Astral-Alma, ou molde astral que dá forma ao corpo; e o Espírito, que lhe dá a Vida.
A matéria física, o Corpo, era chamado de WIDIL-LIL, que significa: “ser em vibração constante”.
O molde astral [ou corpo astral], a Alma, eles chamavam de PIXÁN, que quer dizer “forma do ser” - o molde da matéria em vibração que contém [envolve e permeia] o corpo físico. Para eles, “Alma” é o que contém o Espírito [ou melhor, o ser-alma é o recipiente ou veículo do Espírito], e são duas partes distintas.
Ao Espírito, davam o nome de INHÁN [pronuncia-se “Inrán”], que quer dizer “Ser do Sol”. É algo que se aperfeiçoa, eternamente… Seus sacerdotes escreveram códigos inteiros sobre a energia. O homem maya via-se mais como um ser vibrante de energia, que depende do Sol. O corpo não é senão luz condensada; as enfermidades, vibrações baixas, desordens energéticas. A morte não é mais do que uma transformação, uma mudança de Pixán [ou forma do ser], que dará lugar a outro ser, onde encarna novamente o Inhán, o Espírito”.

Somos um Ser Espiritual
“Os mayas acreditavam que o ser humano encarna repetidas vezes, em vidas e corpos distintos, em tempos e lugares diferentes. Que é um ser espiritual vivendo uma experiência humana. A vida existe para que o homem viva mais experiências, mais possibilidades de ser e sentir.
Algumas existências são afortunadas, para aprender a administrar a abundância. Outras, difíceis, para experimentar a escassez e a pobreza. E, assim, entender que a vida em si é o que importa.
Os mayas consideravam tudo o que existe como outra parte de si mesmo.
Este é o seu conceito mais importante. Ao sentir que, como único ser vivo UNO com tudo o que foi criado ao seu redor, o Espírito produz um estado de sensibilidade em relação a tudo, um respeito e um cuidado que só pode conduzir ao bem comum. Isto aumenta a intuição, facilita a conexão telepática de uns com os outros, e aparição da Mente Coletiva e a harmonia, que é o propósito do Universo com as mudanças que se avizinham.
O ser humano atual pode facilitar o processo de mudança e renovação, que começamos a viver. Pode diminuir o seu impacto e evitar os acontecimentos de destruição, desde que veja e sinta tudo o que vive ao seu redor, como parte de si mesmo.
Para os mayas, Hunab-Ku, é um organismo gigantesco, uma enorme Mente, que contém todos os seres humanos, e onde tudo vive. Onde tudo está conectado e é parte integral de cada um.
Hunab-ku é a Fonte da energia, e da informação total do Universo. Ouve e transmite a informação que coordena tudo, irradiando eternamente desde o Centro da galáxia, como o coração que, ao palpitar, coordena todo o corpo humano.
Acreditavam que Hunab-ku se manifesta em forma de onda: ondas de informação, ondas de luz, de energia, ondas de som, de pensamento, ondas de Amor.
Acreditavam que este Ser Vivo, que contém tudo, estava crescendo, desdobrando-se e, ao fazer isso, dava nascimento a sóis, a estrelas, a planetas, a seres vivos que sentem e pensam.
Que os homens, as mulheres e crianças, não são nem mais nem menos que seres de luz, estrelas, futuros sóis. Seres vivos em escalas distintas, uns maiores, outros menores. Uns contém outros e estes contêm outros ainda menores, e assim sucessivamente. Todos vivos e conectados entre si.
O homem maya se sincronizava em diferentes escalas com os ciclos da natureza. Assim ele aproveitava o Sol para aumentar sua energia vital, e produzir estados de unidade de consciência. A primeira escala é muito íntima e próxima. É sentida como o pulsar do coração, que muda de ritmo, dependendo de quando estamos acordados ou dormindo. A quantidade de energia que recebemos do Sol, produz o ciclo básico do ser humano. Durante o dia, recebemos diretamente em abundância. À noite nos chega muito pouca, só a que é refletida pela Lua.
A palavra maya para dia é kin. Era sua unidade de medida básica para o passar do tempo: a ela se referia todas as demais unidades de medida. Descobriram que um número e um dia são a mesma coisa; representa a unidade básica de medida relativa ao Sol, o kin, o dia.
Os mayas viram também que, dependendo da energia que se recebesse do Sol, cada dia era diferente dos demais. A energia se move de maneira diferente; produz uma sensação distinta: distintos estados de ânimo, distintos estados de mente e do espírito.
O que diferencia fundamentalmente um dia dos outros, é a localização do Sol e da Lua. E a quantidade de energia que enviam para a Terra, produz uma freqüência de vibração e distintos acontecimentos naturais. Desse modo, cada kin, cada dia, soa de modo distinto, convertendo-se na base de uma canção, que produz todo o Universo. Quando o ser humano percebe essa melodia, ele se sincroniza com ela, com tudo o que existe e encontra sua felicidade.
Os vinte nomes mayas dos dias são vibrações diferentes, que se repetem em ciclos indefinidamente. É a primeira harmonia produzida pelos dias, quando a Terra se move ao redor do Sol. É a harmonia que a comunidade escuta, quando sente o ritmo da Terra.”
[Lembra Shiva Nataraja, alegoria do Senhor da Dança Cósmica. Em sua destra, toca o pequeno tambor na forma de ampulheta, com que marca o ritmo do Tempo e rege a melodia do Universo].”Os mayas acreditavam que o ser humano encarna repetidas vezes, em vidas e corpos distintos, em tempos e lugares diferentes. Que é um ser espiritual vivendo uma experiência humana. A vida existe para que o homem viva mais experiências, mais possibilidades de ser e sentir.Algumas existências são afortunadas, para aprender a administrar a abundância. Outras, difíceis, para experimentar a escassez e a pobreza. E, assim, entender que a vida em si é o que importa.Os mayas consideravam tudo o que existe como outra parte de si mesmo.Este é o seu conceito mais importante. Ao sentir que, como único ser vivo UNO com tudo o que foi criado ao seu redor, o Espírito produz um estado de sensibilidade em relação a tudo, um respeito e um cuidado que só pode conduzir ao bem comum. Isto aumenta a intuição, facilita a conexão telepática de uns com os outros, e aparição da Mente Coletiva e a harmonia, que é o propósito do Universo com as mudanças que se avizinham.O ser humano atual pode facilitar o processo de mudança e renovação, que começamos a viver. Pode diminuir o seu impacto e evitar os acontecimentos de destruição, desde que veja e sinta tudo o que vive ao seu redor, como parte de si mesmo.Para os mayas, Hunab-Ku, é um organismo gigantesco, uma enorme Mente, que contém todos os seres humanos, e onde tudo vive. Onde tudo está conectado e é parte integral de cada um.Hunab-ku é a Fonte da energia, e da informação total do Universo. Ouve e transmite a informação que coordena tudo, irradiando eternamente desde o Centro da galáxia, como o coração que, ao palpitar, coordena todo o corpo humano.Acreditavam que Hunab-ku se manifesta em forma de onda: ondas de informação, ondas de luz, de energia, ondas de som, de pensamento, ondas de Amor.Acreditavam que este Ser Vivo, que contém tudo, estava crescendo, desdobrando-se e, ao fazer isso, dava nascimento a sóis, a estrelas, a planetas, a seres vivos que sentem e pensam.Que os homens, as mulheres e crianças, não são nem mais nem menos que seres de luz, estrelas, futuros sóis. Seres vivos em escalas distintas, uns maiores, outros menores. Uns contém outros e estes contêm outros ainda menores, e assim sucessivamente. Todos vivos e conectados entre si.O homem maya se sincronizava em diferentes escalas com os ciclos da natureza. Assim ele aproveitava o Sol para aumentar sua energia vital, e produzir estados de unidade de consciência. A primeira escala é muito íntima e próxima. É sentida como o pulsar do coração, que muda de ritmo, dependendo de quando estamos acordados ou dormindo. A quantidade de energia que recebemos do Sol, produz o ciclo básico do ser humano. Durante o dia, recebemos diretamente em abundância. À noite nos chega muito pouca, só a que é refletida pela Lua.A palavra maya para dia é kin. Era sua unidade de medida básica para o passar do tempo: a ela se referia todas as demais unidades de medida. Descobriram que um número e um dia são a mesma coisa; representa a unidade básica de medida relativa ao Sol, o kin, o dia.Os mayas viram também que, dependendo da energia que se recebesse do Sol, cada dia era diferente dos demais. A energia se move de maneira diferente; produz uma sensação distinta: distintos estados de ânimo, distintos estados de mente e do espírito.O que diferencia fundamentalmente um dia dos outros, é a localização do Sol e da Lua. E a quantidade de energia que enviam para a Terra, produz uma freqüência de vibração e distintos acontecimentos naturais. Desse modo, cada kin, cada dia, soa de modo distinto, convertendo-se na base de uma canção, que produz todo o Universo. Quando o ser humano percebe essa melodia, ele se sincroniza com ela, com tudo o que existe e encontra sua felicidade.Os vinte nomes mayas dos dias são vibrações diferentes, que se repetem em ciclos indefinidamente. É a primeira harmonia produzida pelos dias, quando a Terra se move ao redor do Sol. É a harmonia que a comunidade escuta, quando sente o ritmo da Terra.”[Lembra Shiva Nataraja, alegoria do Senhor da Dança Cósmica. Em sua destra, toca o pequeno tambor na forma de ampulheta, com que marca o ritmo do Tempo e rege a melodia do Universo].”Os mayas acreditavam que o ser humano encarna repetidas vezes, em vidas e corpos distintos, em tempos e lugares diferentes. Que é um ser espiritual vivendo uma experiência humana. A vida existe para que o homem viva mais experiências, mais possibilidades de ser e sentir.Algumas existências são afortunadas, para aprender a administrar a abundância. Outras, difíceis, para experimentar a escassez e a pobreza. E, assim, entender que a vida em si é o que importa.Os mayas consideravam tudo o que existe como outra parte de si mesmo.Este é o seu conceito mais importante. Ao sentir que, como único ser vivo UNO com tudo o que foi criado ao seu redor, o Espírito produz um estado de sensibilidade em relação a tudo, um respeito e um cuidado que só pode conduzir ao bem comum. Isto aumenta a intuição, facilita a conexão telepática de uns com os outros, e aparição da Mente Coletiva e a harmonia, que é o propósito do Universo com as mudanças que se avizinham.O ser humano atual pode facilitar o processo de mudança e renovação, que começamos a viver. Pode diminuir o seu impacto e evitar os acontecimentos de destruição, desde que veja e sinta tudo o que vive ao seu redor, como parte de si mesmo.Para os mayas, Hunab-Ku, é um organismo gigantesco, uma enorme Mente, que contém todos os seres humanos, e onde tudo vive. Onde tudo está conectado e é parte integral de cada um.Hunab-ku é a Fonte da energia, e da informação total do Universo. Ouve e transmite a informação que coordena tudo, irradiando eternamente desde o Centro da galáxia, como o coração que, ao palpitar, coordena todo o corpo humano.Acreditavam que Hunab-ku se manifesta em forma de onda: ondas de informação, ondas de luz, de energia, ondas de som, de pensamento, ondas de Amor.Acreditavam que este Ser Vivo, que contém tudo, estava crescendo, desdobrando-se e, ao fazer isso, dava nascimento a sóis, a estrelas, a planetas, a seres vivos que sentem e pensam.Que os homens, as mulheres e crianças, não são nem mais nem menos que seres de luz, estrelas, futuros sóis. Seres vivos em escalas distintas, uns maiores, outros menores. Uns contém outros e estes contêm outros ainda menores, e assim sucessivamente. Todos vivos e conectados entre si.O homem maya se sincronizava em diferentes escalas com os ciclos da natureza. Assim ele aproveitava o Sol para aumentar sua energia vital, e produzir estados de unidade de consciência. A primeira escala é muito íntima e próxima. É sentida como o pulsar do coração, que muda de ritmo, dependendo de quando estamos acordados ou dormindo. A quantidade de energia que recebemos do Sol, produz o ciclo básico do ser humano. Durante o dia, recebemos diretamente em abundância. À noite nos chega muito pouca, só a que é refletida pela Lua.A palavra maya para dia é kin. Era sua unidade de medida básica para o passar do tempo: a ela se referia todas as demais unidades de medida. Descobriram que um número e um dia são a mesma coisa; representa a unidade básica de medida relativa ao Sol, o kin, o dia.Os mayas viram também que, dependendo da energia que se recebesse do Sol, cada dia era diferente dos demais. A energia se move de maneira diferente; produz uma sensação distinta: distintos estados de ânimo, distintos estados de mente e do espírito.O que diferencia fundamentalmente um dia dos outros, é a localização do Sol e da Lua. E a quantidade de energia que enviam para a Terra, produz uma freqüência de vibração e distintos acontecimentos naturais. Desse modo, cada kin, cada dia, soa de modo distinto, convertendo-se na base de uma canção, que produz todo o Universo. Quando o ser humano percebe essa melodia, ele se sincroniza com ela, com tudo o que existe e encontra sua felicidade.Os vinte nomes mayas dos dias são vibrações diferentes, que se repetem em ciclos indefinidamente. É a primeira harmonia produzida pelos dias, quando a Terra se move ao redor do Sol. É a harmonia que a comunidade escuta, quando sente o ritmo da Terra.”[Lembra Shiva Nataraja, alegoria do Senhor da Dança Cósmica. Em sua destra, toca o pequeno tambor na forma de ampulheta, com que marca o ritmo do Tempo e rege a melodia do Universo].

“Os mayas acreditavam que o ser humano encarna repetidas vezes, em vidas e corpos distintos, em tempos e lugares diferentes. Que é um ser espiritual vivendo uma experiência humana. A vida existe para que o homem viva mais experiências, mais possibilidades de ser e sentir.Algumas existências são afortunadas, para aprender a administrar a abundância. Outras, difíceis, para experimentar a escassez e a pobreza. E, assim, entender que a vida em si é o que importa.Os mayas consideravam tudo o que existe como outra parte de si mesmo.Este é o seu conceito mais importante. Ao sentir que, como único ser vivo UNO com tudo o que foi criado ao seu redor, o Espírito produz um estado de sensibilidade em relação a tudo, um respeito e um cuidado que só pode conduzir ao bem comum. Isto aumenta a intuição, facilita a conexão telepática de uns com os outros, e aparição da Mente Coletiva e a harmonia, que é o propósito do Universo com as mudanças que se avizinham.O ser humano atual pode facilitar o processo de mudança e renovação, que começamos a viver. Pode diminuir o seu impacto e evitar os acontecimentos de destruição, desde que veja e sinta tudo o que vive ao seu redor, como parte de si mesmo.Para os mayas, Hunab-Ku, é um organismo gigantesco, uma enorme Mente, que contém todos os seres humanos, e onde tudo vive. Onde tudo está conectado e é parte integral de cada um.Hunab-ku é a Fonte da energia, e da informação total do Universo. Ouve e transmite a informação que coordena tudo, irradiando eternamente desde o Centro da galáxia, como o coração que, ao palpitar, coordena todo o corpo humano.Acreditavam que Hunab-ku se manifesta em forma de onda: ondas de informação, ondas de luz, de energia, ondas de som, de pensamento, ondas de Amor.Acreditavam que este Ser Vivo, que contém tudo, estava crescendo, desdobrando-se e, ao fazer isso, dava nascimento a sóis, a estrelas, a planetas, a seres vivos que sentem e pensam.Que os homens, as mulheres e crianças, não são nem mais nem menos que seres de luz, estrelas, futuros sóis. Seres vivos em escalas distintas, uns maiores, outros menores. Uns contém outros e estes contêm outros ainda menores, e assim sucessivamente. Todos vivos e conectados entre si.O homem maya se sincronizava em diferentes escalas com os ciclos da natureza. Assim ele aproveitava o Sol para aumentar sua energia vital, e produzir estados de unidade de consciência. A primeira escala é muito íntima e próxima. É sentida como o pulsar do coração, que muda de ritmo, dependendo de quando estamos acordados ou dormindo. A quantidade de energia que recebemos do Sol, produz o ciclo básico do ser humano. Durante o dia, recebemos diretamente em abundância. À noite nos chega muito pouca, só a que é refletida pela Lua.A palavra maya para dia é kin. Era sua unidade de medida básica para o passar do tempo: a ela se referia todas as demais unidades de medida. Descobriram que um número e um dia são a mesma coisa; representa a unidade básica de medida relativa ao Sol, o kin, o dia.Os mayas viram também que, dependendo da energia que se recebesse do Sol, cada dia era diferente dos demais. A energia se move de maneira diferente; produz uma sensação distinta: distintos estados de ânimo, distintos estados de mente e do espírito.O que diferencia fundamentalmente um dia dos outros, é a localização do Sol e da Lua. E a quantidade de energia que enviam para a Terra, produz uma freqüência de vibração e distintos acontecimentos naturais. Desse modo, cada kin, cada dia, soa de modo distinto, convertendo-se na base de uma canção, que produz todo o Universo. Quando o ser humano percebe essa melodia, ele se sincroniza com ela, com tudo o que existe e encontra sua felicidade.Os vinte nomes mayas dos dias são vibrações diferentes, que se repetem em ciclos indefinidamente. É a primeira harmonia produzida pelos dias, quando a Terra se move ao redor do Sol. É a harmonia que a comunidade escuta, quando sente o ritmo da Terra.”[Lembra Shiva Nataraja, alegoria do Senhor da Dança Cósmica. Em sua destra, toca o pequeno tambor na forma de ampulheta, com que marca o ritmo do Tempo e rege a melodia do Universo].

Os Dezoito Meses Mayas

O ano maya, era composto de 18 meses de 20 dias = 360 dias [360º].
Os demais 5 dias, chamados de Uayeb, completavam os 365 dias.
“Para os mayas, “vinte dias sucessivos, representava o UINAL, um mês. Cada Uinal ou um mês, tinha seu próprio nome: POP - UO - ZIP - ZOTZ - ZEC - XUL - YAXKIN. - MOL - CHEN - YAX - ZAC - CEH - MAC - KANKIN - MUAN - PAX - KAYAB e KUNKU. - [E mais 5 dias, o Uayeb].
Os dezoito Uinares de vinte dias se agrupavam no ano maya, o TUN. É a energia que o Sol e a Terra produz em harmonia. [Era] uma medida necessária para prever as mudanças de estações e de clima, produzidas pelo Sol, que afetavam suas vidas, atividades, o tempo de semear e de colher.
A cada ano [ou a cada Tun], o planeta gira 360 graus ao redor do Sol. Cada grau percorrido na circunferência eqüivale a um Kin, um dia. Por isso, o ano tinha 360 Kines.
Como o ano solar tem 365 dias, ele os completavam com 5 Kines adicionais de transição, chamados de UAYEB, considerados nefastos, de mau agouro, durante os quais eles não faziam nenhuma atividade a não ser purificar-se e festejar a chegada do Ano Novo.” [.]

1 comentário:

Jonas Lessa disse...

Parabens pelo excelente trabalho na transcrição desta mensagem dos Mayas tão importante e exclarecedora à humanidade neste
final de ciclo que vivemos.

Jonas Lessa
jonas.lessa@uol.com.br